
Apertado, apertadinho. Por ti, um pouco, muito… Afinal, é de ti que se trata – por outros mais perto, um pouco mais; Pelos mais distantes – Quase nada, depende – Por mim, nem por isso.
Sucedem-se milhões de perguntas. As mesmas que já faço diariamente. Talvez por isso não esteja a custar por agora. Depois, talvez custe mais. Será a primeira vez. Talvez por isso não saiba como vá ficar. Quero ver-te. Tenho de arranjar tempo. Não vás já. Não que tenha muito a dizer. Espera por mim. Espera por nós. Que te queremos dizer um último adeus.
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