Chegam raios de luz do mundo no cimo da minha montanha. E não consigo descer. Dou, dou tudo. Mas nada chega ao meu castelo, ora de areia. E por mais que estique os meus braços, em mim é prisão acumulada de tristeza, raiva, solidão e abandono. Porque o cliché - «estar só no meio de uma multidão» - dói cada vez. E a tristeza é maior que a dor. Tenho tudo, tenho nada.
Continuou no campo de batalha pela Liberdade – de acção e de pensamento. Mas as feridas parecem acumular-se. E não sei para quando um remanso. Para quando um patamar de estabilidade. Sou desconfiança que transborda todos os rios e riachos do mundo. Sou aquele que vê a vida passar ao lado, enquanto vive, diariamente. Sou aquele que dá mais do que recebe em troca. Sou aquele... que as palavras um dia acabarão por determinar.
Estou sumido.
Continuou no campo de batalha pela Liberdade – de acção e de pensamento. Mas as feridas parecem acumular-se. E não sei para quando um remanso. Para quando um patamar de estabilidade. Sou desconfiança que transborda todos os rios e riachos do mundo. Sou aquele que vê a vida passar ao lado, enquanto vive, diariamente. Sou aquele que dá mais do que recebe em troca. Sou aquele... que as palavras um dia acabarão por determinar.
Estou sumido.
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